THAT 70’S FASHION-SHOW

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Nas últimas coleções apresentadas nas temporadas de moda, um revival setentista pareceu estar dando as caras (e as cartas) como tendência. Depois de reviver (ou para a maioria dos fashionistas da nova geração, conhecer) a moda futurista dos anos 60 e as cores cítricas e os absurdos cafonas dos anos 80, a moda aponta para o descompromisso e para a sensação de liberdade – ultracaracterísticos dos anos 70.

Glam 70’s

Globalmente falando, os nomes  fortes no design-fashion eram Bill Blass e Halston que, com uma elegância quase aristocrática vestiam os corpos mais fotografados – e consequentemente copiados – do grand monde fashion . O engomado e fervido Halston,inclusive, ganhou um lindo perfil na edição de janeiro da Vogue Brasil escrito por Cynthia Garcia,veterana jornalista de moda.

Hippies,modernos e filmes

Nem só de glamour viveu essa trepidante década. Hair (1.979) é um ótimo exemplo do hedonismo e espírito libertário da época. Além de seus ideais de paz,amor e da liberdade de expressão – artística e sexual -, suas batas,barbas e cabelos propositalmente descuidados representam o lado mais bacana da década. To me.

A tribo moderna e futurista teve no cult-movie Laranja Mecânica (1.971)  uma visão caótica  e  fin-de-siècle – super in nos dias de hoje, segundo o cinesta Stanley Kubrick, mestre do cinema real-doa-à-quem-doer.

Na vitrola e no closet

Grupos como o romântico-brega ABBA e os lisérgicos Bee Gees ditavam o som do momento. Seu uniforme ? As supersetentistas camisas abertas e calças boca-de-sino eram quase obrigatórias para uma moda despretensiosa e ligada ao conforto . Look que acabou ganhando mais força ainda com o icônico filme Os Embalos de Sabado a Noite (1.977) imortalizado pelo ator John Travolta e sua dança cheia de sex-appeal – tido como um dos mais significativos rostos da década. Para o bem ou para o mal.

Portanto, se depender dessas e muitas outras referências dessa década,apartir de agora a moda talvez siga uma linha mais preocupada com o conforto e com a individualidade de cada um – o que não seria nada mal. Isso, pelo menos até o novo (???) revival chegar. Afinal,é de revivais e mais revivais que vive hoje a moda.

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