R.I.P. McQUEEN

Absolutamente perplexo com a morte do designer Alexander McQueen,fato que acaba de bombar em todas as mídias do mundo,da “BBC” ao site da “Vogue” Paris.

Afim de homenageá-lo,vou reproduzir aqui um post antiguinho que fiz sobre esse gênio da moda – e porque não da arte -,pois o que ele fazia era muito mais que moda.Sim,a palavra é arte.Com certeza.

Alexander McQueen (1.969-2.010)

O ILUSIONISTA
(post originalmente publicado em 18/05/09)

Que tédio.Depois de quase 2 décadas acompanhando tudo que pincelou a cena fashion mundial,confesso que cansei.Nada de relevante acontece na moda,e não é de agora.Com a recente crise global então,o supérfluo – responsável por nos tirar da massacrante e patética realidade que é a vida – ficou de lado,mais que isso,sumiu.Em meio ao marasmo que virou o mundo da moda,só há um nome que ainda consegue me instigar,fazer acreditar no sonho,que – sorry – está anos-luz da matemática-fashion imposta pela tal turma recessionista de que tanto esses jornalistas sem assunto insistem em falar (martelar).Descoberto – literalmente – ainda no desfile de graduação da conceituada Saint Martins,pela fervida e intrépida editora inglesa Isabella Blow,Alexander McQueen é o “cara” quando o assunto é me fazer acreditar que nem tudo está perdido – ainda.O sonho vive.

À seguir,alguns vídeos que mostram como,quando e porque esse inglês faz de suas criações muito mais que roupa.Um verdadeiro crossover entre arte,design e cultura fashion.

acima,um vídeo de 2.006 (que eu particularmente amo-amo-amo) onde McQueen trabalha (quase que didáticamente) o processo da desconstrução,filmado e editado pelo image maker deluxe Nick Knight,do ShowStudio.

aqui,no (conturbado e polêmico) desfile de outono-inverno de 1.999,um dos momentos mais marcantes que a moda já vivenciou (só assistindo para entender e “sentir”).

o último vídeo (por enquanto,pois Alexander McQueen rende assunto “pra mais de mês”) com o holograma da supermodelo Kate Moss (amiga íntima do designer) apresentado no fashion show de 2.006.

* Encerro esse post com uma expressão usada por Polly Mellen – icônica editora de moda com passagens por “Vogue” (onde fora braço-direito de Diana Vreeland) e pela revista de beleza mais incensada de todos os tempos, a “Allure” que dirigiu por anos e anos -,ao final de um desfile de outro ícone da moda-sonho,o também inglês John Galliano: ” a beleza,a fantasia,o que você deu à nós,o que você deu ao mundo”.E Polly sabe mesmo das coisas.

5 comentários sobre “R.I.P. McQUEEN

  1. Estou profundamente triste,o mundo vai ficando cada vez mais chato,perdemos um artista único,vai fazer muita falta,tb estoud e luto, desejo muita paz pra ele.

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