SOB NOVA DIREÇÃO

Essa é daquelas notas que pegam todo mundo de calças curtas.Depois de toda a boataria à respeito da união da todo-poderosa Editora Condé Nast – mantenedora dos títulos “Vogue” pelo mundo -,com a Editora Globo aqui no Brasil,parece que finalmente o martelo foi batido.

Pouco mais de 35 anos depois da parceria iniciada pelo visonário editor Luís Carta,então o nome forte de outro império editorial aqui no país,a Editora Abril,onde criou e deu asas à alguns dos maiores hits da mídia impressa local,a Editora Carta deixará,segundo nota publicada no portal G1 de publicar os títulos que levam a icônica grife à que remete o título “Vogue”.

Por enquanto,ainda não há outras informações sobre a join venture que inicia um novo ciclo para as revistas editadas pelo clã Carta,iniciado por Luís,seu fundador,e adiante continuado por seus filhos Andrea e finalmente de Patricia Carta,desde a precoce morte de seu irmão,em 2.003.

Apesar da inegável qualidade e excelência gráfica obtida pela administração do clã Carta para a “Vogue Brasil” e suas “irmãs”,as não menos poderosas “Vogue Casa”,”Homem Vogue” e “RG Vogue” – uma espécie de “Vanity Fair” local,é imprecindível ressaltar que muitos leitores passaram a reclamar,de algum tempo para cá,que a revista acabou se tornando uma espécie de vitrine de um seleto e nem um pouco parcial “clubinho de ricas de sobrenome quatrocentão paulistano”,levando descontentamento a outras tribos,também leitoras da revista.

foto: reprodução

(para ler ouvindo)

2 comentários sobre “SOB NOVA DIREÇÃO

  1. Oi St
    Algumas coisas tem um ritmo tão próprio, que fogem um pouco à compreensão. VB já teve muitos altos e baixos, chegou a ser publicada sem frequência mensal, aconteciam aquelas “refações” de editoriais americanos e franceses, repetição exagerada das mesmas modelos…
    E nesses últimos tempos, tem se superado: edições regulares: “nossa, já tem outra vogue?”, fotos bonitas, um certo esforço em sair do óbvio.
    Não sei como vai ser na Globo. Uma popularização? Atrizes globais na capa? Uma Vogue menos elitista?
    E o que seria uma Vogue, uma V, uma Vanity Fair menos elitista? Onde nós vamos buscar material para os nossos sonhos?
    Vamos aguardar.
    Bj

    • O fato de ser editada pela Globo não vai popularizar não e qto as atrizes,eu acho que o MUNDO já usa atrizes consagradas nas suas capas,mas no Brasil,ainda existe uma cultura de que modelos dariam mais credibilidade a uma revista especializada em moda,ou seja,uma bobagem.No nosso caso,as atrizes são direcionadas à nossa “Vanity Fair” local,ou seja,a RG -,que dizem,vai se manter no mercado sem a marca Vogue.
      Luxo,luxuria,glamour e matérias interessantes nunca deixarão de fazer parte daquele “mundinho quase imaginário” que é o universo Vogue.Se for assim,é melhor começar a ler qualquer “Minha Novela” da vida.
      Abç,

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